domingo, 20 de dezembro de 2020

México Fantástico




 México, o país latino da América do Norte, fronteira turbulenta com os Estados Unidos. Com uma herança rica de antigas, avançadas (e destruídas) civilizações Maias, Astecas, Toltecas (e outras), foi conquistado e colonizado pela Espanha em 1521, e 300 anos depois conquistou sua independência.  



 Segunda maior comunidade católica do mundo (depois do Brasil), com um folclore riquíssimo, cheio de lendas de seu passado pré-hispânico, e uma obsessão pela morte que beira a necrofilia... 




O México tem uma indústria cinematográfica que remonta ao ano de 1895, e que tomou força nos anos de 1960. O cinema de Gênero mexicano tem influência dos filmes de terror e fantasia dos EUA, Itália e Inglaterra com um colorido típico, ingenuidade quase infantil e um molho caliente.

 Mães fantasmas, vampiras famintas, múmias astecas, fantasmas de monges, praticantes das artes das trevas, monstros clássicos do cinema  & rainhas da ficção científica tropicalizados se tornaram parte de sua herança cultural.


                        (Cena de "El Fantasma del Convento, 1934)

 "Por décadas, o cinema mexicano de fantasia e terror se escondeu nas sombras, usando uma máscara de luchador, sobrevivendo a orçamentos maculados pela escuridão econômica, segurando vampiros com um fio de náilon, recebendo o desprezo de críticos míopes e o consumo do público mergulhado na apreciação irônica".

        (Site do Macabro Horror Film Festival)

O cinema fantástico mexicano tem uma filmografia enorme. Faremos aqui uma breve história, acrescentando também links de outras matérias nossas mais abrangentes sobre alguns detalhes, e também de filmes disponíveis no youtube.

Bienvenidos al México Fantástico!

A história começa com "La Llorona" (1933) dirigido pelo cubano Ramón Peón...




O primeiro filme de terror mexicano foi baseado na lenda colonial da "chorona": o espírito de uma mulher (que poderia ser "La Malinche", a indígena tradutora e amante do cruel conquistador espanhol Hernán Cortés) que vaga pela noite chorando e gritando desesperada (Ayyy, mis hijos!!!) por seus filhos mortos.   




Uma lenda indígena/rural que foi explorada depois em "La Herencia de la Llorona" (1946) de Mauricio Magdaleno, "El Grito de la Muerte" (1958) de Fernando Mendéz (uma mistura de terror com western, uma combinação popular no país), "La Llorona" (1959) de René Cardona (uma "quase" refilmagem do original de 1933)...

..."La Maldición de La Llorona" (1961, uma versão bastante gótica e que mistura bruxaria e assassinos deformados) de Rafael Baledón...




...o extravagante  "La Venganza de La Llorona" (1973 com o Luchador El Santo e o comediante Mantequilla Nápoles) de Miguel M. Delgado; até produções recentes como a animação "La Leyenda de la Llorona" (2011) de Alberto Rodríguez, ou o filme da Guatemala "La Llorona" (2019) de Jayro Bustamente. 

   


Voltando a nossa cronologia, destacamos "El Fantasma del Convento" (1934) de Fernando de Fuentes, "Los Muertos Hablan" (1935) de Gabriel Soria, e "El Baúl Macabro (1936) de Miguel Zacarías, produções de suspense sobrenatural com nítida influência dos (então recentes) filmes de terror da Universal.


Três exploradores perdidos no meio da noite se deparam com um antigo mosteiro em que decidem entrar. Em seu interior são recebidos pelos monges que habitam o local. Estranhos eventos acontecem, assustando os recém chagados, mas eles permanecem no local.

No dia seguinte, ao deixar o local, os visitantes encontram um vigia, e descobrem no porão, que os monges estão mumificados em seus caixões...







O Dr. Renán (Ramón Pereda) vive obcecado em curar sua esposa, que sofre de uma estranha doença. Para isso, ele rouba cadáveres femininos de hospitais. A polícia acaba suspeitando do Dr. del Valle (René Cardona). Renán, após uma série de experiências malsucedidas, deduz que precisa de mulheres vivas para seus propósitos, e acaba sequestrando Alicia (Esther Frenández) namorada de del Valle...  




Sem dúvida, o autor mais interessante desta primeira fase seria Juan Bustillo Oro (1904-1989), renomado diretor da época de ouro do cinema mexicano, que iniciaria sua carreira com os fantásticos "Dos Monjes" (1934)...



Em um mosteiro sinistro, a rivalidade entre os monges Javier e Juan, revela um passado ligado a um triângulo amoroso, e a morte da jovem Anita. Javier sofre terríveis alucinações, e tenta matar Juan espancando-o com um pesado crucifixo...



 "El Misterio del Rostro Pálido" (1935)...



Um médico obcecado em encontrar a cura para uma doença estranha, faz experiências com seus pacientes, que acabam morrendo lentamente por conta de de seus erros médicos. Desesperado, ele embarca com seu filho em uma expedição a terras distantes para estudar a medicina dos nativos. Oito anos depois, ele retorna de sua viagem sem seu filho e na companhia de um homem estranho com uma assustadora máscara branca...





 ... e "Nostradamus" (1937, terror e romance histórico baseado na novela do francês Michel Zévaco). Estas obras de Oro (trocadilho involuntário) são carregadas de expressionismo que nos remetem ao cinema de terror alemão dos anos 1920. 

Os dois últimos foram estrelados por Carlos Villarías (1892-1976), o ator que foi o Drácula na versão oficial em espanhol do clássico da Universal de 1931. 





A equipe responsável pela versão hispânica foi liderada por George Melford e, embora menos conhecida, é superior em muitos aspectos à versão clássica de Tod Browning, estrelada por Bela Lugosi. Essa versão foi um sucesso no México, e com certeza influenciou o surgimento do cinema fantástico no país. A atriz mexicana Lupita Tovar (1910-2016) fez o papel de Mina Harker, a segunda personagem mais importante; enquanto o personagem de Van Helsing foi interpretado por Eduardo Arozamena, um ator de prestígio na Idade de ouro do cinema mexicano. O espanhol Carlos Villarías teve uma breve carreira em Hollywood, como Carlos Villar; vivendo vilões e o Conde vampiro, mas, acabou se mudando para o México...


Chano Urueta ( Santiago Eduardo Urueta Sierra 1904-1979) foi um ator/diretor/roteirista mexicano com mais de 100 filmes assinados. Prolífico, realizou filmes de todos os gêneros (como a maioria dos diretores do país), mas se destacou por adaptar obras da literatura universal (como "O Conde de Monte Cristo" de Dumas), e por seu conhecimento em história pré-hispânica mexicana. Um de seus primeiros filmes "Profanación" (1933) trazia histórias de cunho macabro e/ou sobrenatural, mas é uma película perdida e existem poucas informações sobre ela. Em 1939 ele realizou "La Noche de los Mayas", um drama histórico, e o policial/suspense/terror "El Signo de la Muerte". 


Um casal de jornalistas investiga uma série de assassinatos de mulheres, e que estão conectados a antigos rituais dos Aztecas para reviver o deus Quetzalcóatl, "a Serpente Emplumada". 

Muito ousado para a época (cenas de mortes violentas e uma das vítimas aparece semi-nua), foi divulgado como comédia (por conta da presença de um jovem Mario Moreno, o famoso comediante Cantinflas), mas é um suspense macabro, e as cenas com Cantinflas e com Carlos Orellana (que também esteve em "La Llorona" de 1933) são apenas alívios cômicos na trama. 


Chano Urueta continuaria dirigindo um variedade de gêneros, para mais tarde realizar algumas obras seminais do cinema fantástico "chicano".

Outro diretor que vamos destacar (e citar muito) é René Cardona (1906-1988). Nascido em Cuba, ele estudou teatro, e tentou a carreira de ator nos EUA. Mudou-se para o México, aonde começou atuando (foi o ator principal do acima citado "El Baúl Macabro"), passando depois a produzir e dirigir (o IMDB lista 146 filmes com sua direção). Quase todos os seus primeiros filmes foram melodramas rancheiros, um gênero muito popular. Em 1943 ele se associou com o inglês David T. Bamberg, um mágico famoso que usava o nome de "Fu-Manchu", e fizeram uma série de suspense policial e terror:

"El Espectro de la Novia" (1943), "La Mujer Sin Cabeza" (1944), "El as Negro" (1944) e "El Museo del Crimen" (1945)...



René Cardona dirigia e escrevia os roteiros com o ator, que vivia o mágico-detetive Fu Manchu, sempre desvendando crimes macabros que beiram o sobrenatural. 



Bamberg/Manchu faria mais dois filmes com outros diretores, e Cardona voltaria ao cinema fantástico muitas vezes. 


A ficção científica no cinema mexicano iniciou oficialmente com a comédia "El Moderno Barba Azul" ( O Moderno Barba Azul,1946) de Jaime Salvador, com o veterano astro americano Buster Keaton, em seu último papel principal...



...uma comédia de erros, aonde um soldado americano (Keaton) chega à costa do México acreditando estar no Japão, é confundido com um serial killer, acaba como cobaia em um foguete experimental rumo a Lua...



...que acaba caindo no México mesmo, aonde acreditando estar na Lua, tenta fazer contato com os "alienígenas"...


Assim como no Brasil, o humor e a sátira marcaram quase sempre a ficção científica mexicana...

"El Hombre Sin Rostro" (O Homem Sem Rosto, 1950) de Juan Bustillo Oro, é uma pequena obra prima...



Em Guadalajara, um maníaco conhecido como "o mutilador", mata diversas mulheres, mutilando-as com um bisturi. O perturbado detetive da polícia Juan Carlos (Arturo de Córdova) é pressionado pela imprensa e por seu chefe para solucionar o caso. 



Juan tem pesadelos com uma procissão de mortos (as vítimas), estátuas macabras, um monstro acorrentado, e com o assassino sem rosto. Ele se trata com um psiquiatra (que não parece bem intencionado), e mais pesadelos e traumas vem a tona...




Utilizando elementos do expressionismo, surrealismo, filme noir e psicanálise dos sonhos, Juan Bustillo Oro (Dos Monges, El Misterio del Rostro Pálido)  fez um filme policial de terror psicológico à frente de seu tempo. 




O personagem tem um passado problemático com uma mãe louca e dominadora, desejos reprimidos e um moralismo violento...10 anos antes de "Psicose" de Hitchcock. As imagens surreais e minimalistas de seus sonhos são genuinamente assustadoras e criativas. Oro faria em 1954 o drama romântico fantástico "Retorno a la Juventud", e depois "El Asesino X" (1955) & "El Medallón del Crimen" (1956), policiais de suspense com boa dose de drama psicológico...

Chano Urueta dirigiu o violento drama "La Bestia Magnífica" (Vingança Brutal, 1952), que não tem elementos fantásticos, mas que foi um dos precursores dos filmes de Lucha Libre, um dos pilares da chamada "Mexploitaition".

Então ele fez "El Monstruo Resucitado" (1953), uma mistura de sci-fi/terror e com elementos gore; tudo com influência dos clássicos da Universal... 




...uma vila do Leste Europeu, um castelo sinistro, um cientista maluco e seu laboratório, um museu de cera, e um cemitério assustador com muita névoa...




...uma bonita e corajosa heroína ( a atriz tcheca Miroslava), e um homem revivido e com o cérebro transplantado à lá Frankenstein. 





Mas...Urueta mexe com esses clichês, e o cientista louco e apaixonado (Linares Rivas) é que é deformado e cruel, sua criatura (Carlos Navarro) não... 



Em seguida, Urueta adaptou uma história do diretor Alfredo Salazar (de quem falaremos mais tarde) e dirigiu "La Bruja" (1954)...



Ladrões invadem o laboratório de um brilhante cientista (Julio Villareal) para roubar uma fórmula secreta, a mando de uma indústria farmacêutica, e matam a sua filha. Enfurecido, ele usa seus conhecimentos para  transformar uma cigana deformada (conhecida como A Bruxa) em uma beleza espetacular (Lília del Valle)...






... e então a manipula para se vingar dos assassinos. Ela acaba se apaixonando por um dos executivos da farmacêutica, e a fórmula de beleza dura pouco tempo... 
  
  

Terror, muito drama, e uma história de amor & fantasia tipo : "Cinderella monstruosa"... 

Chano Urueta ainda dirigiu nesse década, uma trilogia misturando terror, western, musical e policial de suspense, começando com "El Jinete Sin Cabeza" (1956)...


Uma irmandade secreta de assassinos com túnicas de monge e máscaras de caveira mata qualquer fazendeiro que tenta vender suas terras e apenas uma coisa fica em seu caminho : 



O herói fantasma tipo Zorro, com uma roupa branca, e uma máscara preta que o faz parecer sem cabeça, o "Jinete sin Cabeza" (Luis Aguilar)!


A aventura/suspense é recheada de bagunças divertidas: Se passa em 1956, mas, a ambientação é toda Western, com cavalos, carruagens e saloons. Existem acontecimentos sobrenaturais (como a aparição de uma mão decepada viva, e um cadáver revivido) sem nenhuma explicação. 




O segundo da série, "La Marca de Satanas" (1956), abre com um musical, antes de revelar um assassino misterioso que usa um machado de carrasco (com algumas rápidas cenas com gore), uma maldição familiar e uma trama complicada envolvendo uma herança .





Também existe uma mulher fantasma e um morto vivo! Não
 importa - entra o "Cavaleiro sem Cabeça" (Luis Aguilar) e seu ajudante rechonchudo (Pascual Garcia Peña) para resolver as coisas.




O terceiro filme da trilogia, "La Cabeza de Pancho Villa" (1957), é um seriado com três episódios . 



Seis camaradas que lutaram com Pancho Villa e foram salvos de uma emboscada pelo "Jinete sin Cabeza" precisam de sua ajuda novamente quando uma outra seita secreta em vestes pretas tipo Ku Klux Klan, sequestram e torturam um por um para colocar as mãos em uma misteriosa caixa preta, que os homens estão protegendo.




 A  caixa lendária que deveria conter a cabeça decepada do herói revolucionário, contém na verdade um antigo segredo asteca que permitiu a Pancho Villa vencer a Revolução e quem quer que o possua pode fazer o mesmo. 


 Muita aventura bem ao estilo dos seriados americanos, mas com ambientação macabra com fantasmas,  esqueletos e morcegos...
P.S. O coquetel mexicano de western com elementos de mistério e sobrenatural, já havia aparecido dez anos antes dessa trilogia, com "El Jinete Fantasma" (1946) de Rafael E. Portas. Aparentemente é um filme perdido, portanto fica aqui somente o seu registro histórico.

A ficção científica volta a se misturar com o humor (e musical) com "Los Platillos Voladores" (1956) de Julián Soler...




Saturnina (Evangelina Elizondo) e Marciano (Adalberto Martínez) vieram do espaço (ou não) para se divertir na Terra...comédia mexicana bastante obscura que agora parece ser mais um filme perdido. É mencionado como o primeiro filme mexicano sobre OVNIS, mas informações sobre o enredo sugerem que é uma comédia de erros sobre um casal confundido com alienígenas depois de um baile de máscaras... 

"El Fantasma de la Casa Roja" (1956) de Miguel M. Delgado





Um grupo de pessoas é chamado para receber uma herança milionária, e para isso não terão que passar 3 noites em uma mansão assustadora. Então, todas as noites, o médico, o advogado, a namorada, a empregada, o chofer, todos vão tentar ser mais espertos que os outros numa corrida maluca para encontrar o dinheiro escondido. Mas, assassinatos começam a ocorrer, diminuindo o número de concorrentes.




 É então contratado o detetive particular Diogenes Holmes ( Antonio Espino "Clavillazo") para resolver o caso e encontrar a fortuna. Para isso ele vai ter que enfrentar um estranho fantasma com roupas pretas...





Ótima comédia de mistério e terror, com todos os clichês dos antigos filme de casas-mal-assombradas; com o tradicional tempero mexicano- por exemplo: A leitura do testamento é feita em uma boate administrada por Pedro Satan, e com lindas garçonetes diabinhas... 




O último diretor que vamos destacar nessa primeira fase, é Fernando Méndez (1908-1966). Méndez começou sua carreira em 1940, dirigindo westerns "chicanos", aventuras, comédias e musicais. Sua entrada no gênero fantástico seria com o influente e seminal "Ladrón de Cadáveres" ( Ladrão de Cadáveres, 1956)...




Atletas de luta livre são assassinados e seus corpos são roubados dos cemitérios dias depois.
O cientista louco Professor Ogden/Don Panchito (Carlos Riquelme) quer prolongar a vida humana, trocando os cérebros de atletas por outros de...animais!






O inspetor Carlos (Crox Alvarado) planeja uma armadilha para aprisionar o vilão, e coloca o forte rancheiro Guillermo (Wolf Ruvinskis, 1921-1999, lutador profissional, ator, cantor de tango e mágico (Ufa!) nascido na Letônia) como o lutador mascarado El Vampiro para ser a isca. 




Mas, Guillermo acaba assassinado, e seu corpo é revivido com o cérebro de um gorila, passando a lutar no ring, ele vence todos os seus oponentes...



...até que ele retira sua máscara, revelando que foi transformado em um monstruoso homem-gorila!




A mistura de história policial com elementos de sci-fi e terror, é combinada agora com a fenomenal popularidade da "Luta (Lucha) Livre" no México. Além de Ruvinskis, participam do filme (e das lutas) os lutadores Guillermo "El Lobo" Hérnandez e Alejandro "Black Shadow" Cruz... 
Luchadores passariam a aparecer cada vez mais em filmes de terror e ficção científica do país, como vermos mais tarde...

Com o sucesso de "Ladrón", o produtor Abel Salazar (1917-1995, também ator e diretor) contratou Méndez para dirigir outro filme de terror : "El Vampiro" (O Morcego, 1957).




O conde húngaro Carol de Lavud (Gérman Robles, 1929-2015) chega ao México e instala-se em uma propriedade na Sierra Negra. Logo vários moradores são mortos, e cabe ao médico Dr. Enrique (Abel Salazar) salvar a comunidade e a bela Marta (Ariadne Welter) das garras (e dentes) do conde vampiro...




Um história típica de vampiros, mas, transformada pela direção de Méndez (apesar do orçamento apertado) em um clássico! Valendo-se de muitos movimentos de câmera, música sinistra e truques criativos, o filme também tem o mérito de ser o primeiro a mostrar um vampiro com longos caninos...o Drácula de Chistopher Lee/Hammer foi produzido depois...





Seis meses mais tarde...

"El Ataúd del Vampiro" (O Ataúde do Vampiro, 1957) de Fernando Méndez...




Um médico manda roubar o corpo do Conde Lavud (Gérman Robles) e o leva para o seu laboratório, mas um dos ladrões de cadáveres remove a estaca que foi enfiada no seu coração no final do primeiro filme.




 O vampiro revivido passa a se esconder em um museu de cera, e volta a atacar. 




O Dr. Enrique Saldívia (Abel Salazar) precisa novamente proteger sua amada Marta Gonzalez (Ariadne Welter) da vingança de Lavud, que engana o herói diversas vezes, ao se transformar em morcego...




Seis meses depois do enorme sucesso de El Vampiro, Mendez realizou esta continuação meio caótica, mas visualmente excitante e climática, com a mesma equipe e elenco. O destaque é claro, é o elegante e aristocrático Robles como o vampiro Carol de Lavud... 






1957 marca o início da fase de Ouro do cinema fantástico mexicano, como veremos em NUESTRO PRÓXIMO Y EMOCIONANTE CAPÍTULO!




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